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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Projeto iniciado - A Cadeira

Tenho "sindrome de castor"!!!
Vi essa base de cadeira jogada numa calçada e não resisti....dois anos se passaram e agora consegui pensar em como fazer o assento- saindo do tradicional e claro, reaproveitando, sempre.

Há um tempo, ganhei de minha querida amiga - tb castora, e muito adoravel; - grata Roze!!! - muitos retalhos de malha, coloridos, um deleite.....
Pronto! Tesoura pra transformar os retalhos em "fios" de malha e comecei o tricô...
Qdo conseguir terminar, postarei o resultado...queria deixar registrado o inicio do caminho.

domingo, 12 de setembro de 2010

As meninas, filhas de uma filha

As meninas de minha filha. Todas feitas manualmente, com lã natural nas roupas e em seu interior.
A que está mais a frente foi feita por minha filha, eu ajudei com "a cabeça": essa é tarefa das mães, orientar o que vai permear a cabeça desse ser, apenas a estrutura. Não tenho explicação racional de todas serem ruivas, cada uma nasceu num ano e sem contatos diretos, acho que é o parentesco!!! 
 Gosto muito do termo "mulherzinha", hoje estava pensando o quanto desqualificamos,tornamos pesados, temos o pior sentido de tantas palavras, não quero adjetivos.... hoje são usados como "guardanapos de papel": descartáveis em abundância.
 Mulherzinha: aquele ser doce, feminino, com sorriso terno e olhar amoroso, que transita por todos os ambientes sem perder seu foco, que é presente sem pesar, que aconchega e aninha, que não precisa "provar nem mostrar"-seus dotes intelectuais e fisicos- pois sabe quem é o que quer, que pega em sua agulha com a mesma intensidade e intimidade que maneja uma faca afiada, que gera um ser com a mesma luz que cria um poema e pinta sua sala, que está dentro e fora de casa, que chora a dor da perda mas em seguida se renova com o que está porvir; dança e sorri com a chega da chuva, com a mudança da lua, aceita uma gentileza , constroi um lar, se preciso for maneja um martelo e corta os arames, nutre, encaminha .......... nossa, são tantas palavras e tantas poesias prá descrever o que há de belo no que deveria ser eterno.
 Não é aquela "mulherzinha", mas sim a "mulherzinha"! Não é pequeno e feio, mas do tamanho real e belo.
Não sou só uma cabeça, mas tenho um coração e membros: superiores, que posso estender ao alto em súplica, agradecimento e reverência;  a frente para acolher, aninhar, construir e me amparar e; inferiores, que me levam "onde meu querer" puder; juntos sou um ser, separados não sei quem sou.....

domingo, 14 de fevereiro de 2010

O Jardim das Bonecas

"Germinamos desejos da alma,
crescem os atos da vontade,
maturam os fruots da vida
(...)"                            Rudolf Steiner

  Bonecas em tricô, confeccionadas em lã natural pelos alunos do terceiro ano da Escola Waldorf.
  Não pelo fazer, mas pelo sentir que esses pequenos seres em formação entendem o mundo.
 E vc entende o mundo pelo quê???